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RELAÇÃO DE LIVROS DA BIBLIOTECA DA ARLS GENERAL MOREIRA GUIMARÃES – 0562, “PARTE DISPONÍVEL” PARA EMPRÉSTIMOS AOS IRMÃOS”

ATENÇÃO: antes de solicitar o emprestimo, favor ler o regulamento da biblioteca
O Irmão que não puder comparecer na Loja para buscar o livro, por impossibilidade de locomoção ou enfermo,
poderemos faze-lo chegar em suas mãos (RMBH)

Cód.        Titulo                                          Grau        Autor

20        A BUCHA E OUTRAS REMINISCÊNCIAS MAÇÔNICAS   Grau 1        LUIZ GONZAGA DA ROCHA
03        A FANTÁSTICA HISTORIA DA MAÇONARIA    Grau 1  JAYRO BOY DE VASCONCELLOS
13        A FÉ E A RAZÃO DOS LIVRES PENSADORES   Grau 1   JOÃO ALVES DA SILVA
18        A FILOSOFIA DA MAÇONARIA SIMBÓLICA     Grau 1  RAIMUNDO RODRIGUES
15        A FRANCO MAÇONARIA SIMBÓLICA E INICIÁTICA  Grau 1   JEAN PALOU
77        A HISTORIA DO GRANDE ORIENTE DE MINAS GERAIS   Outros  JORGE LASMAR
24        A INICIAÇÃO MAÇÔNICA  Grau 1   DR IVAN SEGURA
46        A INICIAÇÃO MAÇÔNICA  Grau 1   H C ZOCCOLI
01        A MAÇONARIA   Grau 1  AMANDO HURTADO
08        A MAÇONARIA E A EMANCIPAÇÃO DO ESCRAVO  Grau 1  FREDERICO GUILHERME COSTA
83        A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO – 2 EDIÇÃO      Grau 1   JORGE BUARQUE LIRA
84        A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO – 3 EDIÇÃO      Grau 1    JORGE BUARQUE LIRA
06        A MAÇONARIA E SEUS CONCEITOS   Grau 1   WALTER DIAS DE OLIVEIRA
39        A TROLHA – COLETÂNEA 3  Grau 1  DIVERSOS
62        AMIZADE – A PRIMEIRA LJ MAC NA HISTORIA DE SP Grau 1 JOSE CASTELLANI / CLAUDIO FERREIRA
93        BOLETIM ESPECIAL DO G O E TIRADENTES DE MG Outros GRANDE ORIENTE ESTADUAL T. DE MG
23        CADERNO DE BOLSO  Grau 1  DIVERSOS AUTORES
32        CADERNO DE PESQUISAS MAÇÔNICAS – 12  Grau 1  ACADEMIA BRASILEIRA MACONICA DE LETRAS
31        CADERNO DE PESQUISAS MAÇÔNICAS – 14 Grau 1 LOJA FRAT. BRAS DE EST. E PESQUISAS
30        CADERNOS DE ESTUDOS MAÇÔNICOS   Grau 1  JOSE CASTELLANI
33        CADERNOS DE PESQUISAS – 16    Grau 1  LOJA FRATERNIDADE BRASILEIRA DE EST. E PESQ
57        COLETÂNEA – NOSSOS TRABALHOS, NOSSOS EST. Grau 1 LOJA MACONICA GUIDO MARLIERE – 66
70        COMENTÁRIOS AO RITUAL DE APRENDIZ    Grau 1  NICOLA ASLAN
68        COMENTÁRIOS AO RITUAL DE APRENDIZ – VOL 1   Grau 1  NICOLA ASLAN
69        COMENTÁRIOS AO RITUAL DE APRENDIZ – VOL 2   Grau 1  NICOLA ASLAN
81        COMPANHEIRO MAÇOM / CADERNO DE ESTUDOS MAÇÔNICO  Grau 2        ASSIS CARVALHO
94        CONSTITUIÇÃO DO GOE DE TIRADENTES MG Outros GRANDE ORIENTE EST. TIRADENTES DE MG
36        CONSULTÓRIO MAÇÔNICO   Grau 1  JOSE CASTELLANI
37        CONSULTÓRIO MAÇÔNICO III Grau 1 JOSE CASTELLANI
35        CONSULTÓRIO MAÇÔNICO IV  Grau 1 JOSE CASTELLANI
29        CONSULTÓRIO MAÇÔNICO V  Grau 1 JOSE CASTELLANI
49        CULTURA E EDUCAÇÃO MAÇÔNICA  Grau 1  ARLEI ARNALDO MADEIRA
40        DESBASTANDO A PEDRA BRUTA  Grau 1 ARMAND BEDARRIDE
64        DICIONÁRIO DE MAÇONARIA   Grau 1  JOAQUIM GERVASIO DE FIGUEIREDO
63        DICIONÁRIO DE TERMOS MAÇÔNICOS   Grau 1 JOSE CASTELLANI
65        DICIONÁRIO ILUSTRADO DE MAÇONARIA Grau 1  SEBASTIÃO DODEL DOS SANTOS
26        DOGMAS E PRECONCEITOS MAÇÔNICOS  Grau 1   BRENO TRAUTWEIN
96        DO MEIO-DIA À MEIA NOITE  Grau 1   M. J. OUTEIRO PINTO
22        EM BUSCA DA FRATERNIDADE    Grau 1  MARIO LEAL BACELAR
54        ASPERGINDO LUZES   Grau 1   ACADEMIA SETELAGOANA MACONICA DE LETRAS
85        ESTA E A MAÇONARIA   Grau 2 DR JORGE ADOUM
87        ESTA E A MAÇONARIA   Grau 3 DR JORGE ADOUM
27        FRAGMENTOS DA PEDRA BRUTA   Grau 1  JOSE CASTELLANI
61        GRANDE ORIENTE DE SÃO PAULO – 75 ANOS  Grau 1   JOSE CASTELLANI
67        GRAU DO APRENDIZ E SEUS MISTÉRIOS  Grau 1  JORGE ADOUM
76        GRAU DO MESTRE ELEITO DOS NOVE  Filosófico  JORGE ADOUM
50        HISTORIA DA CISÃO DE 1927 (FOTOCOPIA)  Grau 1  JOSE CASTELLANI
43        HISTORIA DA MAÇONARIA   Grau 1  MARCELO LINHARES
19        HISTORIAS PITORESCAS DE MAÇONS CELEBRES  Grau 1  JOSE CASTELLANI
74        INSTRUÇÕES PARA CAPÍTULOS  Filosófico  NICOLA ASLAN
71        INSTR. LOJA DE APRENDIZ REAA  Grau 1 HERCULE SPOLADORE/FERNANDO  PASCHOAL/ASSIS CAR
80        INSTR. LOJA DE COMP. REAA Grau 2 HERCULE SPOLADORE/FERNANDO PASCHOAL/ASSIS CARV
75        INSTRUÇÕES PARA LOJAS DE PERFEIÇÃO  Filosófico   NICOLA ASLAN
73        KADOSCH   Filosófico   RIZZARDO DA CAMINO
45        LENDAS MAÇÔNICAS Grau 1  RIZZARDO DA CAMINO
53        MAÇONARIA (RITOS, GRAUS E PALAVRAS CONEXAS) Grau 1 SEBASTIAO DODEL DOS SANOTS
38        MAÇONARIA – O CAMINHO DAS PEDRAS  Grau 1  ARMANDO RIGUETTO / OSWALDO ORTEGA
11        MAÇONARIA E PACIFISMO NA ESP. CONT. Grau 1 PE JOSE A F BENIMELI /MANUEL A DE PAZ SANCHEZ
16        MAÇONARIA PARA PROFANOS E NEOFITOS   Grau 1   ZILMAR DE PAULA BARROS
52        MAÇONARIA PARA TODOS   Grau 1  JOSE ARTHUR A SOARES
17        MAÇONARIA UM ESTUDO COMPLETO  Grau 1 JULIO DOIN VIEIRA
07        MAÇONARIA, ESOTERISMO E EVOLUÇÃO  Grau 1  FRANCISCO DE ASSIS RIBEIRO
48        MANUAL DE ADMINISTRAÇÃO DE LOJA  Grau 1  WALDYR JACINTO DE ARAUJO
78        MANUAL DO MESTRE MAÇOM  Grau 3  M GOMES P G M
59        NAS CANTEIRAS DA ARTE REAL Grau 1  ANTONIO DO CARMO FERREIRA
21        NOVOS RUMOS A MAÇONARIA Grau 1   BRENO TRAUTWEIN
05        O COICE DO BODE Grau 1  CLERISVALDO B CHAGAS
82        O COMPANHEIRO MAÇOM – O VIGILANTE E SEU PUPILO  Grau 2   HEITOR BOTELHO
41        O INICIADO E A INCONF QUE (QUASE) DEU CERTO  Grau 1  JOBER ROCHA
25        O MANUSCRITO REGIO E O LIVRO DAS CONSTITUICOES  Grau 1 AMBROSIO PETERS
34        O RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITO  Grau 1   JOSE CASTELLANI
79        O SENADO E A MAC. COLETÂNEA DE DISCURSOS Outros EFRAIM MORAIS / MOZARILDO CAVALCANTI
58        O VERDADEIRO TRAJE MAÇÔNICO E OUTROS TEMAS   Grau 1   JEOVA NEVES CARNEIRO
09        OS MAÇONS E A QUESTÃO RELIGIOSA  Grau 1   JOSE CASTELLANI
95        OS MISTÉRIOS DA MAÇONARIA E DAS SOC SECRETAS    Grau 1        HENRI DURVILLE
90        PALAVRAS DE INICIADO  Grau 1 LUIZ PEREIRA DA COSTA
55        PALESTRA – A MAÇONARIA E A FAMÍLIA Grau 1  JOAO DARCY RUGGERI
72        PARA TESTAR SEUS CONHECIMENTOS – GRAU APRENDIZ  Grau 1  MARIO CARDOSO
28        PÉROLAS MAÇÔNICAS  Grau 1 GILSON DA SILVEIRA PINTO
14        PRIMEIRAS INSTRUÇÕES  Grau 1 ANTONIO MANTOVANI FILHO
60        PROCURANDO RESGATAR HIPÓLITO JOSE DA COSTA   Grau 1  ORLANDO EDUARDO PEREIRA
47        QUANDO TREMEM AS COLUNAS  Grau 1  AILTON STROPA GARCIA
89        RECORDAÇÕES DAS HOMENAGENS DIA 04 DE 03 Outros LOJA GENERAL MOREIRA GUIMARAES 1ª
56        REFORÇANDO AS COLUNAS  Grau 1 ACADEMIA SETELAGOANA MACONICA DE LETRAS
88        RELATÓRIO ADMINISTRATIVO  Outros LOJA GENERAL MOREIRA GUIMARÃES PRIMEIRA
86        RELATÓRIO ADMINISTRATIVO DA GMG  Outros   LOJA GENERAL MOREIRA GUIMARÃES PRIMEIRA
91        RELATÓRIO ADMINISTRATIVO GMG Outros   GENERAL MOREIRA GUIMARÃES PRIMEIRA
92        RELATÓRIO ADMINISTRATIVO GMG  Outros   GENERAL MOREIRA GUIMARÃES PRIMEIRA
51        REPLICAS DE UM MAÇOM   Grau 1 MASSILON PINHEIRO DA COSTA
12        RITUAIS MAÇÔNICOS BRASILEIROS  Grau 1   JOAQUIM SA SILVA PIRES
42        SAIBA UM POUCO DE MAÇONARIA  Grau 1   FRANCISCO LUIZ PEREIRA
10        SÚMULAS DA MAÇONARIA UNIVERSAL E NACIONAL  Grau 1 PAULO SERGIO RODRIGUES
02        TEMPLÁRIOS  Grau 1  DAVID CAPARELLI / PIER CAMPADELLO
04        TEMPLO MAÇÔNICO E AS MORADAS DO SAGRADO  Grau 1  EDUARDO CARVALHO MONTEIRO
44        UMA LUZ NA HISTORIA  Grau 1  OCTACILIO SCHULER SOBRINHO
66        VADE – MECUM Grau 1 RIZZARDO DA CAMINO / ODECI SCHILLING DA CAMINO

JUSTIFICATIVA PARA O NOME DO PATRONO

hipolitoHipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça (Colônia do Sacramento, 13 de agosto de 1774 — Londres, 11 de setembro de 1823) foi um jornalista, maçom e diplomata brasileiro, patrono da Cadeira 17 da Academia Brasileira de Letras. Nascido na Colônia do Sacramento, então domínio da Coroa portuguesa (hoje pertencente ao Uruguai), Hipólito era filho de família abastada do Rio de Janeiro. Seu pai era Félix da Costa Furtado de Mendonça, alferes de ordenanças da Capitania do Rio de Janeiro e sua mãe Ana Josefa Pereira, natural de Sacramento.
Após Sacramento ser devolvido á posse da Coroa espanhola, em 1777, sua família instalou-se em Pelotas, no Rio Grande do Sul, onde passou a sua adolescência. Fez os seus primeiros estudos em Porto Alegre, concluídos em Portugal, na Universidade de Coimbra, onde se formou em Leis, Filosofia e Matemática (1798).
Recém-formado, foi enviado como diplomata pela Coroa portuguesa aos Estados Unidos da América e ao México, para onde embarcou em 16 de outubro de 1798, com a tarefa de conhecer a economia desses dois países e as novas técnicas industriais aplicadas pelos norte-americanos. Viveu nos Estados Unidos por dois anos onde, na Filadélfia, veio a ingressar na maçonaria o que influenciou a sua vida daí em diante.
De volta ao reino, viajou a serviço da Coroa Portuguesa para Londres em 1802, com o objetivo declarado de adquirir obras para a Real Biblioteca e maquinário para a Imprensa Régia. Ocultamente, entretanto, os seus motivos eram o também de estabelecer contatos entre as Lojas Maçônicas Portuguesas e o Grande Oriente em Londres.

Três ou quatro dias após o seu retorno ao reino foi detido pela Inquisição por ordem de Diogo Inácio de Pina Manique, sob a acusação de disseminar as idéias maçônicas na Europa. Encaminhado às celas do Tribunal do Santo Ofício, onde permaneceu até 1805, logrou evadir-se para a Espanha sob um disfarce de criado, com o auxílio dos seus irmãos maçons. De lá passou para a Grã-Bretanha, onde se exilou sob a proteção do príncipe Augusto Frederico, duque de Sussex, o sexto filho de Jorge III do Reino Unido e grão-mestre da maçonaria inglesa.
Na Inglaterra, obtêm a nacionalidade inglesa com a ajuda do Duque de Essex, adquirindo ações do Banco da Escócia o que lhe autorgava tal direito de forma imediata. Casa em 1817 com Mary Ann Troughton da Costa com quem tem 3 filhos, além de já ter tido 1 filho com Mary Anne (Lyons ou Symons).
Obtendo a condição de estrageiro neutralizado, um estrangeiro residente com alguns direitos políticos. De Londres passou a editar regularmente aquele que é considerado o primeiro jornal brasileiro: o Correio Braziliense ou Armazém Literário, que circulou de 1° de junho de 1808 a 1823 (29 volumes editados, no total).
Com esse veículo, passou a defender as idéias liberais, entre as quais as de emancipação colonial, dando ampla cobertura à Revolução liberal do Porto de 1820 e aos acontecimentos de 1821 e de 1822 que conduziriam à Independência do Brasil. O seu principal inimigo era Bernardo José de Abrantes e Castro, conde do Funchal, embaixador de Portugal em Londres, que chamou ao Corrreio: “Esta terrível invenção de um jornal português na Inglaterra”, vindo a editar um periódico contra ele, que circularia até 1819 (O Investigador Portuguez em Inglaterra).

Lápide no Jardim do Museu da Imprensa

lapideFaleceu em 1823, sem chegar a saber que fora nomeado cônsul do Império do Brasil em Londres. No Brasil é considerado o patrono da imprensa. Em Porto Alegre foi homenageado emprestando seu nome ao Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa. Estava sepultado em St. Mary the Virgin, em Hurley, condado de Berkshire; mas em 2001 seus restos mortais foram trasladados para Brasília. Atualmente seus restos mortais estão nos Jardins do Museu da Imprensa Nacional.
Seu irmão, José Saturnino da Costa Pereira, foi Senador do Império do Brasil e Ministro da Guerra.

Obras
1799: Diário de minha viagem para Filadélfia (1798-1799) (publicado póstumamente em 1955)
1800: Descripção da arvore assucareira, e da sua utilidade e cultura (Lisboa)
1800: Descripção de huma maquina para tocar a bomba á bordo dos navios semo trabalho de homens (Lisboa)
1808-1822: Correio Braziliense (Londres)
1809: História de Portugal (Londres)
1811: Narrativa da perseguição de Hippolyto Joseph da Costa Pereira Furtado de Mendonça … prezo, e processado em Lisboa pelo pretenso crime de framaçon ou pedreiro livre (Londres)
1811: A narrative of the persecution of Hippolyte Joseph da Costa Pereira Furtado de Mendonça, a native of Colonia-do-Sacramento, on the River La Plata; imprisoned and tried in Lisbon, by the Inquisition, for the pretended crime of free-masonary… (Londres);
1811: Nova gramática portuguesa e inglesa (Londres);
1820: Sketch for the History of the Dionysian Artificers (Londres);
1863: Cartas sobre a franco-maçonaria (Amsterdã);
1955: Copiador e registro das cartas dirigidas a d. Rodrigo de Sousa Coutinho (Rio de Janeiro);
1992: O Amor d’Estranja, peça de teatro (Lisboa);

Traduções
1801: Ensayos politicos, economicos e philosophicos, de Benjamin Thompson, Conde de Rumford, (Lisboa);
1801: Historia breve e authentica do Banco de Inglaterra, de T.Fortune, (Lisboa);
1801: Memoria sobre a bronchocele, ou papo da America septentriona, de Benjamin Smith Barton, (Lisboa);

Descendência
Hipólito da Costa teve duas descendências: uma brasileira e uma inglesa. Hipólito foi filho de Félix da Costa Furtado de Mendonça e Ana Josefa Pereira de Mesquita. Seus avós por parte de pai eram José Antônio da Costa Soares e Ana Maria Furtado de Mendonça; e os avós por parte de mãe eram Vicente Pereira e Magdalena Martins Pinto de Mesquita. Teve como irmãos o padre Felício Joaquim da Costa Pereira e o senador José Saturnino da Costa Pereira.
Na descendência brasileira, Hipólito da Costa teve um filho com Mary Anne Lyons (ou Symons), e teve um filho chamado Félix José da Costa. Félix foi enviado para o Brasil para ser cuidado pelo irmão (José Saturnino) quando o seu pai foi casar com Mary Ann Troughton da Costa. Félix (1ª geração – filho) casou com uma brasileira (não identificada nos registros históricos) e teve como filho o João Manoel Simões da Costa. João Manoel (2ª geração – neto) casou com Cândida Ladeira Simões da Costa e tiveram como filho o Manoel Hippólyto Simões da Costa. Manoel Hippólyto (3ª geração – bisneto) por sua vez casou com Preciliana Ladeira Hippólyto Simões da Costa, os quais tiveram 6 filhos.
A descendência brasileira de Hipólito da Costa encontra-se atualmente na 8ª geração (heptanetos) sendo a mais recente membro da família a bebê Ana Lourdes nascida em 2008.
A descendência inglesa de Hipólito da Costa tem origem com o seu casamento com a inglesa Mary Ann Troughton da Costa, que era filha de Richard Troughton e Elizabeth Ap-Rice. Hipólito e Mary Ann tiveram três filhos: Augusta Carolina (que casou com Adolphus Charles Troughton), Anne Shirley (que casou com Whitworth Porter) e Augusto Frederico (que não casou). A única filha a deixar descendentes foi Anne Shirley, que teve como filhos Reginald da Costa Porter (que casou com Margareth Ewyn Wefferies) e Catherine da Costa Porter (que casou com Charles Robert Crosse). Reginald e Margareth tiveram como filhos Reginald Adolphus Zouch (que casou com Stephanie Sellon) e Barbara Anne (que casou com Ernest Sellon); e Catherine com Charles tiveram como filhos Reginaldo Meredith (que casou com Ethel Bedingfield Kelly), Jeanette Annie (que casou com Alan Lockyer Prynne), Whitworth Cahrles (que casou com Aenid Isobel Lewes), e Mary da Costa (que casou com Arthur Syoney Bates). Não existem informações precisas sobre a descendência de Hipólito depois da 5ª geração inglesa.

acadletrasAcademia Brasileira de Letras

O patronato da Cadeira 17 da Academia foi escolhido por seu fundador, Sílvio Romero, e coube à memória de Hipólito da Costa esse posto. Honrava a Academia à figura do iniciador da imprensa brasileira.

 

ATO 06/08 – Deliberação

INSTITUI E REGULAMENTA O FUNCIONAMENTO DA BIBLIOTECA DA LOJA MAÇÔNICA GENERAL JOSÉ MARIA MOREIRA GUIMARÃES, Nº 0562.

A Assembleia da Augusta, Respeitável e Centenária Loja Simbólica GENERAL JOSÉ MARIA MOREIRA GUIMARÃES 1ª, 0562, no exercício de suas atribuições legais,
DELIBERA:
Art. 1º – Fica instituída na estrutura da Loja Maçônica General José Maria Moreira Guimarães, n° 0562, uma Biblioteca com o objetivo de manter, conservar, adquirir, reunir e organizar um acervo de obras maçônicas e de interesse maçônico, contribuindo para o aprimoramento, a promoção e a divulgação da cultura maçônica entre os Irmãos.
Art. 2º – A biblioteca terá como Patrono a figura de “Hipólito José da Costa” , maçom brasileiro nascido no século XVIII, perseguido e preso pela Inquisição, fundador do Jornal Correio Brasiliense, o primeiro periódico da nação brasileira, que era impresso na Inglaterra.
Art. 3º – Fica assegurado ao Venerável Mestre o direito de nomear, ad nutum, entre os Irmãos do Quadro, um Bibliotecário e um Assistente, que ficarão responsáveis pela organização, administração, gerenciamento e regular funcionamento da Biblioteca.
§ 1º. As funções do Bibliotecário e do Assistente terão a mesma duração do Veneralato do nomeante.
§ 2º. O Bibliotecário será nomeado entre os Mestres da Loja e o Assistente poderá ser nomeado entre quaisquer dos Irmãos.
Art. 4º – O acervo da Biblioteca será constituído por doações efetuadas por maçons ou profanos, bem como por aquisições efetuadas pela Loja.
Art. 5º – Fica o Bibliotecário obrigado a manter atualizado o cadastro geral das obras integrantes do acervo da Biblioteca e a divulgá-lo para conhecimento dos Irmãos.
Art. 6º – As obras do acervo da Biblioteca poderão ser consultadas ou emprestadas a título domiciliar:
I – A qualquer dos Irmãos do quadro, respeitada a compatibilidade com o grau em que se encontrem;
II – A qualquer Irmão Maçom, respeitada a compatibilidade com o grau em que se encontre, a preferência de empréstimo para irmãos do quadro e desde que com autorização do Venerável Mestre.
Parágrafo Único – Poderão ser emprestadas simultaneamente a um mesmo Irmão o número máximo de quatro obras.
Art. 7º – O empréstimo de obras da Biblioteca obedecerá ao seguinte:
I – Estão excluídas do empréstimo domiciliar as obras raras, assim classificadas pelo Bibliotecário.
II – O empréstimo domiciliar será pelo prazo de até trinta dias, sendo permitida a renovação por igual período, desde que não haja reserva da obra por outro usuário.
III – Cabe ao usuário a responsabilidade pela guarda e conservação das obras emprestadas, que deverão ser devolvidas nas mesmas condições em que foram retiradas.
Art. 8º – Para cada dia de atraso na devolução de obras da biblioteca o usuário estará impossibilitado de utilizar os seus serviços por quinze dias, contando a partir do dia seguinte ao marcado para a devolução, incluindo a contagem de sábados, domingos e feriados.
Parágrafo único – O usuário em débito com a Biblioteca será notificado para que efetue a devolução em 48 horas e seu nome encaminhado ao Venerável Mestre para que sejam tomadas as devidas providências.
Art. 9º – As obras da Biblioteca só poderão ser reproduzidas se obedecidas as normas profanas relativas ao direito autoral.
Art. 10 – Os casos omissos serão resolvidos por deliberação do Venerável Mestre, ouvido o Bibliotecário.
Art. 11 – Este Ato entra em vigor nesta data, revogando-se as disposições em contrário.
Dado e traçado na Secretaria da Loja, em Belo Horizonte, aos 13 do mês de novembro de 2008, da E.V., 111° da Fundação da Loja General Moreira Guimarães, 0562.

O Venerável Mestre